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Fresca? Não! Bem criada.

Diversos

07
jul

7 dicas para tirar fotos sozinha na quarentena

1 – Tripé
Para conseguir fazer fotos sozinhas o primeiro passo é um tripé. Essa ferramenta, utilizada por muitos fotógrafos, é ideal para estabilizar e garantir a qualidade da imagem. Se não tiver o objeto em questão, recorra a uma pilha de livros ou a algum objeto que você possa apoiar o celular.

2 – Luz
Na hora de fazer as fotos dê preferência à luz natural, ela faz com que a qualidade das imagens aumente. Se não for possível, recorra à luz de um abajur ou invista num ring light.

3 – Referência de poses
Antes de começar a fotografar pesquise nas redes sociais e no Pinterest referências de poses e de ângulos para suas fotos. Uma dose de inspiração é sempre bom para começar!

4 – Testes no espelho
Para se soltar e perder a vergonha, treine poses e experimente looks diante do espelho. Essa é uma boa maneira de testar o resultado das fotos!

5 – Experimente novos ângulos
Saia do convencional e aguce sua criatividade testando novos ângulos! Fotos tiradas em um panorama reto são ótimas, mas que tal testar outras formas de fotografar?

6 – Explore as configurações da câmera
As câmeras do celulares de hoje em dia são o suficiente para fazer fotos interessantes, de qualidade e até com pegada profissional. Para melhorar ainda mais os resultados, explore as ferramentas e as configurações presentes no aparelho. E para fotografar sozinha, lembre-se de que o timer pode ser seu melhor amigo!

7 – Ouse nos looks
Para ter imagens que sejam criativas e que se destaquem das demais, vale a pena pensar em looks ousados, divertidos, bem elaborados. Vá pra frente da câmera e deixe o mood do photoshoot te levar. Coloque uma música e se quiser até prepare um drink. Esse deve ser um momento de diversão e descoberta. Aproveite!

24
jun

Podcasts para escutar na quarentena

Os podcasts são programas em formato de áudio que vêm ganhando cada vez mais popularidade nas plataformas digitais. Essa é um maneira bem interessante e prática de se consumir informações diárias.

Basta um fone de ouvido ou uma caixinha amplificadora e você pode seguir fazendo tarefas domésticas, trabalhando e até relaxando enquanto escuta discussões das mais variadas.

Nesse post de hoje trago sugestões de vozes negras que estão dando a palavra em programas que falam de política, sociedade, empreendedorismo e estilo!

Hora da Brasil

Sob a direção da comunicadora Luiza Brasil, esse é um podcast para falar de temas relevantes com narrativas transformadoras. Nos primeiros episódios é possível escutar sobre vida profissional, saúde mental e autoconhecimento.

Estilo Possível

Um podcast que traz reflexões sobre moda, tendências, comportamento e principalmente estilo pessoal. Toda quarta feira, Marina Santa Helena propõe conversas sobre esses temas e convida a audiência a refletir sobre moda e estilo de um jeito leve, democrático e sem frescuras.

História Preta

Um podcast documental que tem por objetivo trazer para a superfície a memória histórica da população negra no Brasil e no mundo.

Afetos

Pelas vozes das comunicadoras Gabi Oliveira e Karina Vieira o podcast Afetos fala sobre sentimentos e tudo aquilo que sensibiliza. Nos primeiros episódios temáticas que abordam a subjetividade daquilo que nos move.

Pretas na rede

Um podcast feito para mulheres pretas que se propõem sob o seu ponto de vista a fala sobre a vida, o universo e tudo mais!

15
jun

CLUBE DO ESTILO – Ao vivo #8 – A LINGERIE CERTA na definição do seu estilo

Afinal, O QUE É o #CLUBEDOESTILO? É um projeto criado há alguns meses, que foi materializado inicialmente através de um encontro online semanal (LIVE). .

Para QUEM é o #CLUBEDOESTILO? Para pessoas antenadas, informadas e que sabem que moda e estilo vai muitíssimo além de um #lookdodia! Afinal, estilo aqui deve ser entendido como algo conectado com um verdadeiro “estilo de vida”, relacionado ao comportamento, informação e contexto! . Como PARTICIPAR do #CLUBEDOESTILO?

É só estar, pontualmente às 18hs, toda segunda-feira, no instagram (horário especial de quarentena!) para o nosso encontro AO VIVO! E participar com os seus comentários, interações e compartilhamentos. O horário oficial é às 20hs, quando finalizada a quarentena. .

O que podemos ESPERAR deste projeto #CLUBEDOESTILO? O próximo passo é um grupo no #telegram com conteúdos e insights exclusivos. E o passo seguinte?.. 💡 Logo logo compartilho tudo com vocês!

10
jun

Autores negros que você precisa conhecer

Nesses últimos dias estamos vivenciando a acensão de uma pauta extremamente importante para a sociedade: a vida e a valorização de pessoas negras.

Esse momento nos convida a adentrar esse mundo com mais atenção e consciência, para que possamos somar na luta contra o racismo e dar visibilidade ao trabalho de tantos!

Sendo assim, e dando continuidade às dicas que sempre trago por aqui, essa semana reuni dicas de livro e produções realizadas por pessoas negras que você precisa conhecer! Vem comigo?

Memorias da Plantação – Grada Kilomba

Memórias da Plantação é uma compilação de episódios cotidianos de racismo, escritos sob a forma de pequenas histórias psicanalíticas. Das políticas de espaço e exclusão às políticas do corpo e do cabelo, passando pelos insultos raciais, Grada Kilomba desmonta, de modo incisivo, a normalidade do racismo, expondo a violência e o trauma de se ser colocada/o como Outra/o. Publicado originalmente em inglês, em 2008, Memórias da Plantação tornou-se uma importante contribuição para o discurso acadêmico internacional. 

Na Minha Pele – Lázaro Ramos

Compartilhando experiências e reflexões pessoais, o ator, diretor e escritor Lázaro Ramos convida o leitor a vestir outra pele, num relato sobre tomada de consciência, respeito à diferença e atitude. Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. 

O que é lugar de fala? – Djamila Ribeiro

A intenção da coleção Feminismos Plurais é trazer para o grande público questões importantes referentes aos mais diversos feminismos de forma didática e acessível. Com o objetivo de desmistificar o conceito de lugar de fala, Djamila Ribeiro contextualiza o indivíduo tido como universal numa sociedade cisheteropatriarcal eurocentrada, para que seja possível identificarmos as diversas vivências específicas e, assim, diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala.

O sol é para todos – Harper Lee

O sol é para todos conta a história de um advogado branco que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca nos Estados Unidos dos anos 1930 e enfrenta represálias da comunidade racista. O livro é narrado pela sensível Scout, filha do advogado e ainda criança na época. Uma história atemporal sobre tolerância, perda da inocência e conceito de justiça.

A cor púrpura – Alice Walker

Um dos mais importantes títulos de toda a história da literatura, inspiração para a aclamada obra cinematográfica homônima dirigida por Steven Spielberg, o romance A cor púrpura retrata a dura vida de Celie, uma mulher negra do sul dos Estados Unidos da primeira metade do século XX. Pobre e praticamente analfabeta, Celie foi abusada, física e psicologicamente, desde a infância pelo padrasto e depois pelo marido. Um universo delicado, no entanto, é construído a partir das cartas que Celie escreve e das experiências de amizade e amor, sobretudo com a inesquecível Shug Avery. Apesar da dramaticidade de seu enredo, A cor púrpura se mostra extremamente atual e nos faz refletir sobre as relações de amor, ódio e poder, em uma sociedade ainda marcada pelas desigualdades de gênero, etnia e classes sociais.

O feminismo é para todo mundo – Bell Hooks

Com peculiar clareza e franqueza, hooks incentiva leitores a descobrir como o feminismo pode tocar e mudar, para melhor, a vida de todo mundo. Homens, mulheres, crianças, pessoas de todos os gêneros, jovens e adultos: todos podem educar e ser educados para o feminismo. Apenas assim poderemos construir uma sociedade com mais amor e justiça. O livro apresenta uma visão original sobre políticas feministas, direitos reprodutivos, beleza, luta de classes feminista, feminismo global, trabalho, raça e gênero e o fim da violência. 

Mulheres, raça e classe – Angela Davis

Mais importante obra de Angela Davis, “Mulheres, raça e classe” traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se.

Pequeno manual antirracista – Djamila Ribeiro

Dez lições breves para entender as origens do racismo e como combatê-lo. Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em dez capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas. 

Foto da capa: Uniplash

03
jun

7 livros para quem quer entender mais sobre feminismo

Se pudéssemos eleger os principais assuntos que transformaram a internet e o mundo nos últimos anos, sem dúvidas o feminismo estaria nessa lista. Esse termo tão falado por aí nada mais é do que a luta por igualdade social entre homens e mulheres.

Isso diz respeito à um movimento que visa equidade salarial, ocupação feminina em cargos de liderança, combate ao assédio e abuso seja psicológico ou físico, combate à opressões estéticas e diversos outros pontos.

Para entender um pouco sobre tudo isso e sobre a importância da emancipação feminina, preparamos um post completo com os melhores livros para quem quer aprender mais sobre o feminismo!

1 – Sejamos Todos Feministas

“Peço que sonhem e planejem um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens e mulheres mais felizes, mais fieis a si mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos de criar as nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos de criar os nossos filhos de uma maneira diferente.”

O que e que o feminismo significa hoje em dia? Neste ensaio pessoal Chimamanda Ngozi Adichie apresenta uma definição única do feminismo no seculo XXI. A escritora parte da sua experiência pessoal para defender a inclusão e a consciência nesta admirável explanação sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje. Um desafio lançado a mulheres e homens, porque todos devemos ser feministas.

2 – O Feminismo É Para Todo Mundo

O feminismo sob a visão de uma das mais importantes feministas negras da atualidade. Eleita uma das principais intelectuais norte-americanas, pela revista Atlantic Monthly, e uma das 100 Pessoas Visionárias que Podem Mudar Sua Vida, pela revista Utne Reader, a aclamada feminista negra bell hooks nos apresenta, nesta acessível cartilha, a natureza do feminismo e seu compromisso contra sexismo, exploração sexista e qualquer forma de opressão.

Com peculiar clareza e franqueza, hooks incentiva leitores a descobrir como o feminismo pode tocar e mudar, para melhor, a vida de todo mundo. Homens, mulheres, crianças, pessoas de todos os gêneros, jovens e adultos: todos podem educar e ser educados para o feminismo. 

Feminismo em Comum

A filosofa Marcia Tiburi nos convida a repensar as estruturas de nossa sociedade e a levar o feminismo a sério, para além de modismos e discursos prontos. Ao criticar e repensar o movimento, com linguagem acessível tanto a iniciantes quanto aos mais entendidos do assunto, Feminismo em comum busca melhorar nosso modo de ver e de inventar a vida.

O feminismo, atualmente, é uma das questões mais importantes enfrentadas pela sociedade. Suas discussões se tornam indispensáveis para a compreensão de uma luta iniciada há muitos anos, que procura desconstruir as injustiças do patriarcado, um sistema ainda profundamente enraizado na cultura e nas instituições.

Para Educar Crianças Feministas

Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista.

Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos.

Lute Como Uma Garota

”Estamos vivendo novos tempos: a discussão sobre os direitos das mulheres não se concentra mais em grupos específicos e a luta feminista amplia seu debate na sociedade. Da violência contra a mulher à cultura do estupro, uma série de questões é tema de conversas frequentes na mídia e nas redes sociais.

Mas como chegamos até aqui? Quem nos ajudou nessa trajetória? Lute como uma Garota reúne o perfil de figuras importantes da militância feminista, abrangendo das pioneiras do século XVIII às estrelas pop dos dias de hoje, como Frida Kahlo, Simone de Beauvoir, Oprah Winfrey e Madonna, além de nomes essenciais da luta no Brasil, apresentando um pouco de nossa história. 

Você Já É Feminista

O livro apresenta 23 textos de autoras como Djamila Ribeiro, Luísa Marilac, Lola Aronovich, Nana Queiroz, Amara Moira, Jaqueline de Jesus, Lívia Magalhães, Luciana Veloso, entre outras ativistas atuantes na Primavera das Mulheres – que colocou em evidência as novas faces do feminismo na era da Internet.

Nos textos, temas como relações no ambiente de trabalho, divisão de tarefas domésticas, machismo, tabus sexuais, parto, legalização do aborto, maternidade e família são discutidos na forma de ensaios acessíveis e introdutórios, que juntos formam um panorama das novas vertentes da discussão sobre gênero atual e sobre os direitos da mulher.

Mulheres Que Correm Com Lobos

Através da interpretação de 19 lendas e histórias antigas, entre elas as de Barba-Azul, Patinho Feio, Sapatinhos Vermelhos e La Llorona, a autora procura identificar o arquétipo da Mulher Selvagem ou a essência da alma feminina, sua psique instintiva mais profunda. E propõe o resgate dese passado longínquo, como forma de atingir a verdadeira libertação.

Imagem de capa: financial times