Fresca? Não! Bem criada.

Tag: art

09
Maio

MET Gala 2018 – Tudo sobre o baile!

Nessa segunda-feira, dia 7 de maio, aconteceu o evento mais importante do mundo da moda: o tão falado Baile do Metropolitan Museum of Art de Nova York, conhecido também como MET Gala!

Mas pra quem tá se perguntando que baile é esse e o por que da importância do evento, vamos voltar alguns anos e entender a história por trás da magnitude desse dia.

O Metropolitan Museum of Art é um dos museus mais visitados do mundo e possui mais de 150 anos de história. Dentre todo seu acervo, existe um departamento exclusivo para a moda, criado em 1936 e que hoje possui mais de 35 mil peças que contam a história do vestuário desde o século XVIII.

Ao contrário dos institutos semelhantes ao redor do mundo, o Costume Institute é um órgão independente e por isso se apoia em ações para angariar fundos. Daí vem a ideia brilhante de promover um baile para a alta sociedade, incentivando esses a fazerem doações para o museu, dando continuidade a curadoria e as pesquisas.

Exposição sobre a estilista Rei Kawakubo em 2017

No ano de 1973 a famosa editora de moda Diana Vreeland se tornou consultora especial no departamento e então assumiu o comando para criar estratégias a fim de arrecadar capital para o setor. Dessa forma, ela elevou o MET Ball e fez com que o evento se tornasse ponto certo para os grandes nomes da arte e da sociedade. Mas apenas nos anos 90, quando a editora-chefe da revista Vogue, Anna Wintour passou a integrar o conselho do instituto, é que a lista de convidados agregou nomes influentes de todas as áreas.

E hoje, há exatos vinte anos ocupando o cargo, ela ainda é quem cuida dos mínimos detalhes para que o evento seja sempre impecável. Desde a lista VIP, até quem vai sentar em qual mesa, passando pelos artistas que vão se apresentar e pela ordem em que cada celebridade passará pelo tapete vermelho, tudo é construído e aprovado pelo olhar da exigente editora.

A editora-chefe da revista Vogue, Anna Wintour e sua filha.

O baile do MET faz parte do imaginário popular há anos, pois é no evento em que vemos os looks mais conceituais, sempre celebrando moda como arte e cultura. E para elevar ainda mais a criatividade dos convidados e das marcas, existem temáticas que protagonizam a festa, que são anunciadas com muita antecedência para que todos consigam preparar as produções sempre muito elaboradas.

O tema de cada ano diz não só sobre o dress code do baile, mas é também o foco da exposição anual que o museu apresenta e que é aberta ao público dias depois da grande inauguração. Estilistas como Alexander McQueen, Rei Kawakubo e  Miuccia Prada já foram homenageados e temas sempre contemporâneos como tecnologia e a relação da China com a moda, foram abordados na curadoria.

No ano de 2018 a exposição foi intitulada como “Corpos Celestes – Moda e a imaginação católica”, na qual será celebrada a relação entre o vestuário e o catolicismo. Para abrilhantar ainda mais o acervo exposto, o Vaticano cedeu algumas de suas peças icônicas que ficarão em uma ala especial do museu. Junto desses trajes, criações de grandes estilistas e alguns dos looks usados pelas celebridades durante a festa também ficarão disponíveis para a contemplação do público.

Exposição Corpos Celestiais – Moda e a imaginação católica.

O baile desse ano, que contou com uma apresentação cheia de referências da rainha Madonna, foi considerado o maior desde a criação do evento. No tapete vermelho passaram looks marcantes como o da Rihanna de Maison Margiela, Lana Del Rey, Jared Letto e o estilista Alessandro Michele de Gucci, Francis Mc Dormand de Valentino, Sarah Jessica Parker de Dolce and Gabanna e a rapper Cardi B de Jeremy Scott. 

O grande motivo que faz o MET Ball ser o evento de moda mais prestigiado no mundo, é exatamente a liberdade em que os estilistas e artistas possuem para criar seus looks , questionar, discutir, protestar e despertar o interesse do público por temas tão pertinentes. Celebridades que acabam não se adequando muito a temática, como as modelos Gisele Bündchen e Kendall Jenner, acabam ofuscadas por personalidades como a atriz Lena Waithe que carregou consigo a bandeira do movimento LGBTQ e a cantora Katy Perry que vestiu asas angelicais enormes.

Madonna de Jean Paul Gaultier

Rihanna de Maison Margiela

Alessandro Michele, Lana Del Rey e Jared Leto de Gucci

Francis Mc Dormand de Valentino

Sarah Jessica Parker de Dolce&Gabanna

Cardi B de Jeremy Scott

Gisele Bundchen de Versace

Kendall Jenner de Virgil Abloh

Lena Waithe de Carolina Herrera

Katy Perry de Versace

Mas apesar de toda a produção realizada em proporções bíblicas, poucas foram as celebridades que fugiram do óbvio. No tapete vermelho vimos muito ouro, muitas referências medievais, muitas figuras angelicais e muitos elementos do catolicismo. Tudo isso resultou em uma visão claramente histórica, mas também antiquada do tema.

Numa noite em que celebramos tendências e temáticas contemporâneas, faltou quem falasse de religião sob uma ótica que não fosse a do poder. Afinal, o imaginário passa não só pelos grandes Papas e santos, mas também pelos oprimidos e pelo sincretismo religioso. O destaque da noite vai para a atriz Zendaya, que em um look cheio de referências e pesquisa, homenageou a figura a frente do tempo que foi a santa Joana D’arc.

Zendaya de Versace

Elisa Santiago é Designer de Moda, Stylist e uma eterna amante das ruas e das artes. Acredita na roupa como elemento de fala e empoderamento. É quem está por trás do @tens_razão.

 

12
fev

Deixei minha filha de 10 anos com minha câmera em uma exposição de arte e vejam o que aconteceu.

O post de hoje é mais do que especial e me enche de orgulho!

Combinei um passeio com a minha filha, a Maria Clara, e chegando ao local não deu certo. Para não perder viagem eu a levei à exposição “ComCiência”, de Patricia Piccinini no CCBB.

Acredito que o acesso à cultura e arte é uma das coisas mais preciosas que podemos fazer e proporcionar para nossos filhos. Como um fotógrafo que se preza, eu não vou a um passeio nenhum, muito menos com minha filha, sem uma de minhas câmeras, ainda mais depois de migrar para o sistema “mirrorless” onde além se ter um equipamento mais leve, prático e discreto, ele pode estar sempre comigo.

Enquanto estávamos na fila pedi para que ela segurasse a câmera por uns instantes para que eu pudesse pegar os documentos e, quando voltei o olhar, lá estava ela já com o olhão no visor, todo aquele entusiasmo e vontade de explorar um mundo novo que toda criança de 10 anos tem.

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“A Magia acontecendo”

À beira de entrar na exposição notei que isso seria muito interessante, interativo e já que estamos nos conectando de novo seria uma boa ideia. Mas não dava tempo nem de introduzir a ela o conceito da fotografia e eu nem queria que ela utilizasse a câmera em Modo Automático (sim aquele verdinho) pois eu queria ver até onde a capacidade criativa dela poderia chegar com uma câmera nas mãos.

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“Deixe sua câmera em Modo Automático (o verdinho da rodinha) e abra mão das escolhas que toda a criatividade da fotografia pode lhe proporcionar.”

Como já disse aqui, gosto de sair com lentes 50mm, pois é a distância focal que se mais se assemelha ao o olhar humano. A que estava com ela 50mm f/0,95 toda manual, inclusive o foco, o que torna o desafio mais prazeroso.

Deixei na abertura máxima e a ensinei apenas aqueles dois conceitos que eu considero essenciais na fotografia e que eu já trouxe aqui para vocês no último post: Foco e Exposição.

Não quis ensinar nenhuma outra técnica ou regra. Queria que ela se descobrisse de forma natural, pura e desenvolvesse seu próprio olhar. Quis que ela registrasse com sua intuição genuína e contasse a sua própria história a partir da sua percepção.

Esse ano eu desenvolvi uma oficina e vivência que se chama “O Despertar do Olhar” (clique em outra aba e veja depois) onde eu abordo conceitos em atividades práticas e criativas que visam o desenvolvimento da percepção visual e fotográfica de cada um. Fiquem atentos pois em 2017 eu vou voltar com as turmas!!

E para minha surpresa e de forma totalmente espontânea eu estava ali, com a minha filha em seu “Despertar do Olhar”.

Ao descarregar o cartão e transferir as fotos, além de ficar impressionado com resultado eu cheguei à conclusão de o quão fantástico pode ser quando fotografamos desprovidos de ego, vontade nem necessidade de fazer o melhor registro e nem ser melhor que ninguém, ter o melhor post, mais curtidas e o principal, que não devemos nunca perder essa essência pois é o que nos faz ter uma identidade, e muito menos o lado lúdico do nosso olhar.

Convido vocês a verem o quanto é interessante um passeio por uma exposição de arte pelo olhar de uma criança de 10 anos.

Vale mencionar que eu não fiz nenhum tipo de tratamento, correção, aplicação de filtros ou efeitos. Considero essa parte do processo essencial na fotografia atual mas nesse caso, exportar as fotos do jeito que elas foram registradas e saíram da câmera deixa percepção e sentido dessa sequência muito mais interessante.

Vejam:

 

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Sony alpha A7MII – 50mm f/0.95 Créditos: Maria Clara Fernandes Benatti

Como eu disse, tem sido um recomeço pra gente, mas olhando bem as fotos da Clarinha percebi que o quanto mais eu conheço, descubro e reconheço a essência dela, mais eu conheço, reconheço e descubro sobre mim. :’)

Roberto Benatti é fotógrafo Profissional especializado em fotojornalismo, moda, casamentos e still. Certificado pela Canon College Brasil e Canon Live Learning em San Francisco, com diversos trabalhos publicados em jornais, revistas, capas de revistas, especiais, sites e blogs. Também é Videomaker, Músico e agora colunista. Considera impagável ter a liberdade como estilo de vida e não gostava de viajar até sair do país pela primeira vez.

18
Maio

Onde fazer Ballet em Belo Horizonte!

Desde o ano passado eu compartilho com vocês minhas idas às aulas de ballet e sempre, sempre mesmo, me perguntam onde faço, onde recomendo, perguntam detalhes, onde fica e tal, que achei válido explicar direitinho por aqui!20160515_14304720160515_14311820160515_143348Bom, eu fiz ballet a minha vida inteira! Inteira mesmo! Parei em algumas situações apenas, quando me mudei para o interior (ainda criança), no semestre de preparação para o vestibular, quando fiz a minha cirurgia da tireoide, mas tirando isso, sempre estive fazendo ballet na vida!Vaga-lume 1Dançando - Coppelia 1Dançando - Coppelia 2Amo! Sou alucinada! Devo muito de minhas conquistas e minha postura (física e comportamental) à disciplina do ballet, à rigidez e exigência de comportamento que só quem fez ballet clássico sabe do que estou falando.Ana LetíciaIMG_20120725_205921IMG_20120725_210626Eu já fiz outros tipos de ballets! Moderno, contemporâneo, fitness, e, embora todos eles sejam maravilhosos, só o ballet clássico me completa. Só ele tem o que busco. A leveza dos braços, com a firmeza das pernas e dos pés, aliada à classe e exuberância das músicas e dos ballets de repertório! E sim, já dancei muito! Já fui corpo de baile, já fui destaque, já fui solista, já viajei para Joinville (a “capital” nacional do ballet no Brasil). Já até sonhei em viver da dança. Mas depois, ao crescer e ter mais noção de tudo, vi o quanto é difícil viver de arte no Brasil hoje.. Uma pena..

Mas foi o a empolgação com o ballet que me fez parar de tomar refrigerante há mais de vinte anos! Pois é! O ballet faz essas e outras coisas maaaaaaaravilhosas por você!

Minha formação foi toda no Ballet Ana Lúcia, primeira escola de ballet clássico de BH. E com imensa honra, alegria e privilégio, fui ensaiada e treinada pela própria Ana Lúcia. Que, infelizmente, nos deixou há alguns anos.. Uma perda enorme e um sentimento de saudade que não cabe em mim. E com isso, a escola fechou de vez.20160515_143147Então, desde que voltei a BH eu procurava uma escola de ballet, mas com cara de escola de academia de ballet MESMO! Já rodei academias em busca disso, mas nunca encontrava o que eu procurava. Até que eu cheguei ao Studio Le Dance, da Letícia Viana!LEDANCEINOVAR COM TRADIÇÃO – Este é o lema do Studio Le Dance. Ensinar a dança contemplando o tradicional, que é inerente a esta arte, mas inserindo também o novo, moderno e o contemporâneo, afim de se manter atualizado através dos tempos.Le Dance9

FILOSOFIA – A filosofia da escola é baseada em uma visão integral do ser humano, construindo um programa pedagógico aplicado em seis pilares:

  • A dança como direito de todos;
  • Amor ao trabalho;
  • Simplicidade;
  • Espírito de equipe;
  • Formação de um cidadão dançante;
  • Educação global.Le Dance11

O grande receio da maioria das pessoas que sempre me pergunta sobre o ballet é estar “velha” para começar ou recomeçar. E taí a maior bobagem da vida dessas pessoas! Sempre é tempo de dançar e há espaço para tudo e para todos. Especialmente no Studio Le Dance!Le Dance12Eu faço a turma de ballet clássico adulto, segunda, quarta e sexta (embora nem todos os dias eu consiga ir por conta dos compromissos e horários ais limitados). A turma é uma delícia, sendo a maioria de ex bailarinas, mas com muita gente novata também. A Letícia Viana, dona da escola e também professora dessa turma, dosa tudo com muita sabedoria e competência.

HORÁRIOS:

  • Ballet Clássico: Segunda e Quarta: 9:00/14:00 – Terça e Quinta: 8:00/19:00
  • Ballet Fitness: Segunda e Quarta: 8:00/19:30 – Terça e Quinta: 9:00/14:00/18:00 – Sexta: 8:00
  • Jazz Fitness: Terça e Quinta: 19:30

ESTRUTURA – Em sua estrutura, o Studio Le Dance conta com:

  • 2 salas de aula;
  • 1 vestiário com adaptação para o público infantil;
  • Camarim; Sala de administração e cozinha;
  • Ambiente de convivência para os alunos com puffs, mesas de estudo e televisão;
  • Espaço de espera ;
  • Recepção;
  • Internet Wi-Fi;
  • Câmeras de vigilância; Estacionamento (Serena Mall);
  • Brigada do Corpo de Bombeiro e segurança 24h (Serena Mall).Le Dance5Le Dance3Le Dance4

BENEFÍCIOS – Todas as meninas sonham em ser bailarinas…  Diversos são os benefícios do ballet clássico para as crianças, jovens e adultos. Além de ser uma atividade física, o ballet proporciona divertimento, tornando-se uma atividade bastante prazerosa. Principais benefícios:

  •  Ajuda a encontrar a postura correta;
  • Elegância; Preparação física;
  • Desenvolve a expressão corporal;
  • Ajuda na concentração e na memória;
  • Promove a autodisciplina e incentiva a autoconfiança;
  • Aprende a desenvolver a imaginação e a criatividade;
  • Ajuda a ganhar ritmo e musicalidade;
  • Auxilia na perda da timidez e a tornar-se mais extrovertida;
  • Modela o corpo;
  • Ótima forma de ganhar resistência e perder aqueles quilinhos indesejáveis (Gasto Calórico 220 Kcal).

Garanto que depois desse post você também ficou com vontade! Então, deixe a insegurança, vergonha ou preguiça de lado e trate de correr para o Studio Le Dance. De quebra ainda vamos nos encontrar toda semana por lá!!

INFORMAÇÕES:

  • Studio Le Dance
  • Rod. MG 030, nº 8625 – Loja 13 – Vale do Sereno  – Nova Lima – MG
  • (31) 3581-2505
01
set

Look da Anita

Ooooooooooooooooooi! Gente, tive um final de semana tão maravilhoso em BH que vocês nem imaginam.. Jantar na casa de amigos quiriiiiiiiiidos, encontro com a família, passeio em Inhotim, mas, principal e especialmente, por ter ido ao espetáculo do Ballet Kirov aqui no Brasil!! Como disse, depois de já ter perdido as esperanças eu tive a maior surpresa do mundo quando fiquei sabendo que sim, eu não ficaria de fora mais uma vez. Vocês não imaginam meus pulos de alegria. E olha, realmente fui uma noite de gala, de um espetáculo grandiosíssimo e que durou, PASMEM, três horas! Voltar ao Palácio das Artes para um espetáculo de ballet desta natureza é realmente uma experiência inesquecível. Vi, revi e revivi tanta coisa, tanta história, tantas pessoas. Mas duas histórias são particularmente especiais pra mim. A primeira é que eu já me apresentei naquela imensidão de palco. Pois é, minha primeira apresentação de ballet, de “Anita Kids” mesmo, há tipo, duzentos anos atrás, foi ali e vocês já até viram umas fotinhas neste post aqui.

Isto é um privilégio para poucos, viu? A segunda é que eu revivi uma experiência engraçadíssima e inesquecível que passei há um tempo atrás, juntamente com duas amigas queridas: Manuella e Clarissa. É que da última vez que o Kirov veio aqui nós três fomos à apresentação matinée (vespertina) e, naquela loucura que tínhamos e que éramos com o ballet não sei nem como, mas nos enfiamos, depois do espetáculo, nos camarins, nos corredores dos bastidores, tudo para conseguirmos uma sapatilha usada, um autógrafo, uma foto, o que quer que fosse. Mas nossa ousadia foi tamanha que fomos nos enfiando, nos metendo, escondidas de todo mundo, claro, que, de repente, nos vimos do lado de dentro do palco com o espetáculo da noite prestes a começar. E o melhor. Ninguém nos viu, nos descobriu e nós assistimos ao Kirov de dentro da coxia.

Parece história inventada, mas juro que não é. As meninas estão aí que não me deixam mentir.Aaaaaaaaaaaaai, que saudade.. Manu, Cla, que saudade de tudo! Deixando os devanEUios de lado, quanto ao Look do dia eu usei um vestido que tinha usado pela primeira e única vez até então no meu casamento na Igreja (para quem não sabe, casei três vezes em uma semana- no civil, na Igreja e na festa – com o mesmo maridooooooo, ok???). Nunca mais usei e esqueci. Mas estava com vontade de usar algo mais classiquinho, com cara de bailarina mesmo e, exatamente por isso, fiz também o coque. Já queria entrar no clima.

Vestido nude: Iódice Sandália: Equipage Brinco: Pink Biju Clutch: H&M Batom: Please Me, MAC

 

 

O programa e o palco

 

 

O Grand Finale! P.S.: Só tirei foto quando o espetáculo acabou, ok?? Antes disso é proibido e muito mal educado.

A história do Ballet Kirov

 

O Balé Kirov foi fundado na década de 1740 como o Ballet Imperial Russo. Fechado após a Revolução Comunista de 1917, o Ballet reabriu com o nome Ballet Soviético, até ganhar, em 1934 o nome de um líder soviético assassinado por Stalin: Sergei Kirov. Durante o século XX o Ballet Kirov consolidou sua fama mundial, tendo revelado bailarinos como Mikhail Baryshnikov, Anna Pavlova, Vasláv
Nijinsky, Rudolf Nureyev e Natalia Makarova. Em seu repertório, peças consagradas como Romeu e Julieta, O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky. O Ballet Kirov apresentou O Lago dos Cisnes pela 1ª vez em 1895 no Teatro Mariinsky. Com o fim da União Soviética a Companhia passou a se chamar Ballet Mariinsky, adotando o nome do teatro que os abriga desde o século XVIII, e utilizando o nome ‘Ballet Kirov’ apenas para suas turnês mundiais. Nos anos do regime comunista, passou a ser conhecida como Ballet Kirov.
Atualmente o Ballet Kirov é dirigida por Yuri Fateiv, que procura manter o repertório romântico e clássico, promovendo paralelamente uma abertura para os coreógrafos mais modernos do ocidente.
O Ballet Kirov é hoje um dos maiores nomes do balé mundial, empregando cerca de 200 bailarinos.

 

 

 



Sobre o Lago dos Cisnes

 

“O Lago dos Cisnes” é um marco na história da dança. Pela primeira vez as bailarinas usaram o famoso tutu curtinho – o tutu bandeja -, que se tornou um ícone da indumentária, rompendo um tradicional padrão estético. Começa quando o diretor do teatro Bolshoi de Moscou, Vladimir Begitchev, encomenda ao compositor Tchaikovsky em 1875, uma música para um ballet inspirado em lendas de mulheres cisnes. Ele aceita, apesar de não compor música para ballet, pois se encantou com o tema e precisava de dinheiro.
A estréia se deu em 20 de fevereiro de 1877, e apesar da belíssima obra de Tchaikovsky, o resultado foi um verdadeiro fracasso, atribuído à pobre coreografia de Julius Reisinger e ao medíocre desempenho de sua protagonista, a bailarina Pelageya Karpakova.
Em 1894 o príncipe Ivan Alexandrovich, então diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide homenagear Tchaikovsky, que havia falecido um ano antes, criando uma nova versão de “O Lago dos Cisnes”. Marius Petipa, que era o principal maître de ballet do Teatro Mariinsky, foi encarregado, desta vez, de fazer a nova coreografia. Foi tanto o sucesso, devido ao lirismo e à beleza da coreografia, que em janeiro de 1895 vem a tona a obra prima completa com 4 atos: Lev Ivanov (ajudante de Petipa) coreografa os atos brancos, 2º e 4º atos, e Marius Petipa, os outros dois, 1º e 3º atos. SINOPSE

 

Prólogo: A Princesa Odette, de beleza ímpar, passeia distraidamente, quando é capturada e enfeitiçada pelo cruel bruxo Von Rothbart, que a transforma num belo cisne.. Primeiro ato: (Jardins do castelo): O Príncipe Siegfried comemora sua maioridade junto a amigos e convidados e ganha de sua mãe, a rainha, uma arma de caça. Na noite seguinte deverá escolher uma noiva para desposar, tornando-se o rei. Com a chegada da noite, o jovem príncipe fica sozinho e angustiado e decide ir ao lago caçar. Segundo ato: (Um lago na floresta): Em busca de delicados cisnes, Siegfried se aproxima do lago e vê um belíssimo cisne branco. Prepara sua arma para atirar e subitamente o pássaro se transforma na mais linda jovem que já vira: Odette, a rainha dos cisnes. Ela conta ao príncipe o encantamento de que foi vítima e que somente um amor puro e verdadeiro será capaz de libertá-la. Ele logo compreende que a bela e triste Odette é o seu grande amor e ela imagina ter encontrado seu salvador. O casal se apaixona, trocam juras de amor e prometem se unir. Terceiro ato: (O baile no castelo): Na festa de seu aniversário, Siegfried deve escolher uma noiva dentre as donzelas presentes, porém, nenhuma das jovens atrai sua atenção. Subitamente, o bruxo entra no baile com sua linda filha Odile, vestida de negro e com a aparência idêntica à de Odette. O Príncipe fica enfeitiçado pela beleza e sensualidade de Odile e apaixona-se. Sendo assim, a nova jura de amor anula a promessa feita à Odette que permanecerá para sempre presa ao feiticeiro. Quando Siegfried percebe que foi enganado, se desespera e parte para o lago para se encontrar com sua amada Odette.
Quarto ato: (Noite no lago): As jovens cisnes, tristes com a tragédia de Odette, dançam desesperadamente em torno de sua rainha. Odette lhes conta que Siegfried quebrou o juramento. O Príncipe se aproxima e implora o perdão de sua amada e a jovem rainha o perdoa. O bruxo tenta com todas as suas forças separar os amantes, mas Siegfried enfrenta o terrível feiticeiro pela força do amor e sai vencedor. O feitiço que mantém presas todas aquelas jovens é desfeito. A aurora anuncia a chegada de um novo dia. Odette e Siegfried atingem, enfim, a plenitude de um amor ideal e eterno.

Gente, desculpe pelo tamanho do post. Mas, sabem, é MUITA emoção. Não me contive..

 

 

 

01
out

Atendendo a pedidos: Anita no Ballet

Bom, já que vocês pediram, aqui vão algumas fotinhas da Anita no ballet. Mas aqui comigo tenho poucas, pois na época – veiêêêra – as fotos não eram digitais, então, só revelando. Vocês vão ver que a qualidade das fotos está bem ruinzinha, mas é exatamente por isso, ou seja, porque foram escaneadas.Essas duas primeiras foram da minha primeira apresentação de verdade, num teatro. E que teatro: Palácio das Artes!! Vocês não poderiam adivinhar, nem sei se conseguirão ver, mas eu era um vagalume e tinho um rabicó de uns 40 cm saindo do meu bumbum com uma luzinha que piscava na ponta. Vocês conseguem imaginar o deslumbre da garotinha (e toda sua tchurminha) com esse artefato em seu derriére?? Era um Deus nos acuda pra profa. de ballet conseguir fazer as bailarinas pícolas se concentrarem em sua iminente dancinha.. hahaha.

A terceira foto, já gradinha, foi dançando o tão badalado Lago dos Cisnes.Já as duas últimas fotos são do causo que contei ontem, dançando a Coppelia (cena do casamento). Esse foi um ensaio geral, com fantasia e maquiagem, como de costume fazíamos dias antes da apresentação. Provavelmente nesse dia o buraco do meu dedão já estava em sua fase final de evolução.Vou ver se acho algum vídeo legal para postar aqui também.

Início de carreira… haha

 

Lago dos Cisnes!!! Com a Lucianinha!

 

Coppelia

 

Pisca bonequinha, pisca!