Oiooo! Saiu ontem a edição de março da Revista Arte Noivas. O tema foram os cada vez mais usados e apreciados “mini weddings“! Falei de alguns mitos e algumas verdades sobre os “pequenos casamentos”. A coluna saiu nas páginas 24 a 26 da Revista. O texto segue aí embaixo, mas não deixem de acessar a Revista, pois tem um mooonte de coisa legal por lá!! Alguém aí já foi a algum “mini wedding” para contar pra gente o que achou? Ou mesmo, tem alguém aí que se casou num “mini wedding“? Ou que pretenda se casar? Quero saber!!
Mini wedding!
Muitas moçoilas, noivinhas e futuras noivinhas, vêm me procurar dizendo que gostariam muito de fazer uma festa de casamento, com tudo que têm direito e algo mais, mas que, na verdade, acabam encontrando obstáculos tais como falta de tempo para organizar uma festa, falta de dinheiro, entre outros.
E, nessas situações, outra coisa não me vem à mente, senão os cada vez mais adotados “mini weddings”, que nada mais são do que casamentos/festas menores e mais enxutas, digamos assim!
O mini wedding é considerado uma opção mais compacta de cerimônia de casamento que vem, cada vez mais, conquistando adeptos mundo afora. Está certo que este costume é mais comum fora do Brasil do que por aqui, mas aqui também ele tem dado as caras nos últimos anos. O mini wedding é caracterizado por ser uma festa pequena, com até 80, 100 convidados, não sendo, porém, nada incomum, encontrarmos casamentos com 50, 40 ou até 30 convidados!
Este “pequeno casamento” permite que os noivos façam uma cerimônia mais personalizada, intimista e fora do “lugar-comum”. O fato de se pensar num mini wedding não quer dizer que o casal precisará abrir mão de uma festa tradicional. Muito pelo contrário! Os noivos poderão fazer uma celebração/festa que tenha mais a sua cara, fugindo um pouco, caso queiram, dos rituais já bastante conhecidos, e fazendo assim, com que seu Grande Dia” seja o mais personalizado possível. Isto sem falar que, com um número reduzido de convidados, existe uma maior liberdade e espaço (que é luxo em qualquer casamento!!) de poder dar toda atenção para os pais, familiares e amigos.
Há quem questione: “mas esses tais mini weddings acabam saindo muito mais caros que um casamento tradicional”. Ora, é claro que se você quiser fazer um mini wedding pomposo e caro, você vai fazer! Tudo é uma questão de organização, planejamento e de estabelecimento de prioridades!! Tem coisas que não se pode abrir mão, como por exemplo, uma música ambiente, um buffet, ainda que seja um coquetel volante, uma decoração singela, com velas ou o próprio ambiente de um restaurante ou de uma casa.. enfim, há formas e formas de se chegar a um resultado final que caiba no bolso, no espaço de tempo e no gosto!
Um dos aspectos mais interessantes desse tipo de evento é a possibilidade de personalizar sua festa. Já vi mini weddings vintage (coisa maaaaaaaaaais linda!!), campestres, countries, e até circenses! Já vi também um casamento pequeno, mas exatamente com os mesmo rituais de uma cerimônia/festa tradicional, apenas com um número reduzidíssimo de convidados. Outra coisa que simplesmente me apaixona de ver são os casamentos pequenos realizados em casa: casas de família, casas dos avós, casas antigas.. Noivas descendo as escadarias de casarões da própria família realmente me encantam e fazem escorrer lágrimas! Da noiva amiga até a mais desconhecida!!
Os formatos mais comuns de um mini wedding são: casamento civil no Cartório, seguido de uma pequena recepção em casa ou num restaurante; cerimônia simples na Igreja, seguida de um “bolo e champagne”, às vezes num salão da própria Igreja; Igreja e, em seguida, restaurante ou recepção em casa; e, finalmente, tudo realizado em casa. Claro que há tantos tipos e formatos de um pequeno casamento, quanto a imaginação possibilitar e deixar levar.
O único, veja bem, o único problema que eu, a colunista que vos escreve e dá pitacos, visualiza nesse tipo de evento, é a dificuldade de reduzir o número de convidados. Isto sim, para mim, é uma tarefa árdua e que demanda quase que um dom! Mas reforço: não podemos ter tudo na vida! Repito: estabelecendo-se as prioridades não há sonho que não possa ser realizado – ainda que adaptado!