Fresca? Não! Bem criada.

Diversos

01
jan

Buenos Aires! – Dicas: Onde ir (passeios)


Oi pessoal! Como sabem, passei quase uma semaninha em Buenos Aires e isso, naturalmente, me renderia mooooooooitos posts. Mas, para não ficar cansativo, até porque, já sabem, sou prolixa no último, vou dividir os posts de acordo com os assuntos, ok? Ao final farei um post sobre as impressões gerais, dicas gerais, pitacos enfim! E hoje vou começar falando dos passeios, da parte mais turística de Buenos Aires. Claro que não consegui fazer todos os programas, por questões de tempo, de clima, de cansaço, etc. Mas é até bom que ainda tenho muito o que fazer para querer voltar ali. De todo modo, fiz um apanhado com base no que visitei de fato e no que pesquisei antes ou depois da viagem. Então vamos lá!
Guia rápido de viagem: passeios em Buenos Aires
Para começar, queria dar uma dica que acho de extrema utilidade, não obstante, muitos façam careta para para ela. Estou falando do Buenos Aires Bus. Sabem aqueles ônibusinhos double deck vermelhos (mas lá é amarelo) que passam nos principais pontos turísticos de determinada cidade com um bando de turistas sobre ele? Então, é aquilo mesmo. Pode parecer estranho à primeira vista, mas acho de uma utilidade sem fim. Especialmente se você não teve tempo de programar o passo-a-passo de sua viagem (como eu), isso é o que há. Durante a semana o primeiro horário do ônibus é às 8:40 e o último às 22:15, passando de 20 em 20 minutos em cada ponto. O que que eu fiz? Comprei o ticket de 48 horas, que custou 90 pesos (mais ou menos 35 reais) e usei no sábado e no domingo para ter uma visão geral dos passeios. O legal desses ônibus é que você pode subir e descer quantas vezes quiser, de acordo com o seu interesse sobre aquele determinado ponto que ele passar. Isso sem ter que ficar pegando taxi ou metrô, e nem cansando seus pézinhos de imediato. Então, tendo um panorama geral de toooooooda a cidade no sábado e no domingo, no restante da viagem ficamos por conta de voltar onde mais gostamos, de explorar à nossa maneira, enfim, aí sim sentimos segurança e liberdade para fazermos os passeios à nossa maneira. Mas a “apresentação” dada pelo busão foi fundamental.

Todas as unidades contam com  sistema automatizado de transmissão de informação turística mediante circuitos de audio pregravados, com imagens e serão difundidos de maneira sincronizada com o itinerário do ônibus. E os idiomas disponíveis para a informação são os seguintes: alemão, árabe, espanhol, chinês, mandarim, francês, inglês, italiano, português, japonês e até hebreu (ou hebraico??). São vinte paradas nos principais pontos da cidade:
Parada 0: FLORIDA | Diagonal Norte e Florida
Parada 1: PLAZA DE MAYO | Rivadavia e San Martín
Parada 2: PLAZA CONGRESO | Rivadavia e Montevideo
Parada 3: SAN TELMO | Avenida Paseo Colón e Av. Independencia
Parada 4: ESTADIO BOCA JUNIORS | Brandsen 805
Parada 5: EL ESTAÑO 1880 | A. de Valle e Hernandarias
Parada 6: CAMINITO | Avenida Pedro de Mendoza entre Magallanes e Rocha
Parada 7: MADERO ESTE | Elvira Rawson de Dellepiane e Julieta Lanter
Parada 8: PUERTO MADERO | Juana Manso e Macacha Güemes
Parada 9: GALERÍAS | Av. Córdoba entre San Martín e Florida
Parada 10: PLAZA SAN MARTÍN | San Martín e Florida
Parada 11: MALBA | Av. Figueroa Alcorta 3400
Parada 12: PALERMO ROSEDAL | Av. Sarmiento entre Av. Fig. Alcorta e Av. Del Libertador
Parada 13: CAMPO ARGENTINO DE POLO | Av. Del Libertador 4400
Parada 14: EL SOLAR | Av. Luis María Campos entre Maure e Gorostiaga
Parada 15: BARRIO CHINO | Juramento e 11 de Septiembre
Parada 16: MUSEO LARRETA | Av. Juramento e Vuelta de Obligado
Parada 17: JARDÍN ZOOLÓGICO | Av. Del Libertador e Av. Sarmiento
Parada 18: RECOLETA | Av. Del Libertador e Av. Pueyrredón
Parada 19: AVENIDA ALVEAR | Av. Alvear entre Av. Callao e Rodríguez Peña
Parada 20: TEATRO COLÓN | Cerrito entre Viamonte e Córdoba
Parada 0: FIM DE PERCURSO | Diagonal Norte
Vale mooooooito mexxxxmo!
Bom, então, dando continuidade, vou mencionar ao menos um pouquinho sobre o que mais me chamou a atenção dos passeios/pontos turísticos, ou sobre o que mais me deu vontade de ir, mesmo não tendo tido a oportunidade.
– FEIRA DE SAN TELMO: é uma feira de antiguidades que funciona todo domingo, na Plaza Dorrego, de mais ou menos umas 10h até umas 17h. A Feira de San Telmo mesmo acontece na Plaza Dorrego, porém, ao longo da Calle Defensa e nas ruas que a cruzam há uma enormidade de lojas das mais diversas, desde decoração e antiguidades até roupas e acessórios! Ali dentro tem o MERCADO DE SAN TELMO, com entradas pelas ruas Defensa, Estados Unidos, Carlos Calvo e Bolivar. Ali podemos encontrar açougues se misturando a barracas de verduras, legumes, lojas de antiguidades, de discos, de bonecas e de roupas. Um “furdúncio” só. Muito legal, muito colorido, muito rico. Só é bom tomar um certo cuidado para não cair na armadilha da “antiguidade”. É que tem uns e outros (não todos) que vendem objetos como antiguidade sem nem de longe se tratar de uma.

Miscelänea

– CALLE FLORIDA: Um dos atrativos turísticos da cidade é a famosa Rua Florida, uma rua de pedestres que possui em toda sua extensão lojas e galerias de todo tipo. Na Florida com a Av. Córdoba está localizada a “Galerias Pacífico”, uma valiosa “jóia arquitetônica” e artística onde se destacam seus imponentes murais e a qualidade de suas ofertas. Esta rua Florida é parada e passagem obrigatória, especialmente para quem ficou no Microcentro como eu. É legal conhecê-la. Realmente um fervedor de gente, ambulantes, tangueiros, vendedores esguelando nas portas de suas lojas. Mas não sei se era meu corte de cabelo ou do marido (leia-se: não usávamos mullet) mas parecia estar estampado na nossa testa que éramos brasileiros e isso, não sei porque cargas d´água, era a alegria dos hermanos. Faltavam puxar a gente pela camisa par anos mostrar suas “ofertas”, “propostas”.. Isso é bem chatinho..

Galerias Pacífico

– PLAZA DE MAYO: a Praça de Maio é rodeada por vários dos principais edifícios da Argentina como a Casa Rosada, o Cabildo, a Catedral Metropolitana de Buenos Aires, o edifício do Governo da cidade de Buenos Aires, a casa central do Banco da Argentina e o Banco Nación. É, de fato, a principal praça do centro da cidade de Buenos Aires. Seu nome se deve à revolução ocorrida em maio de 1810. É a caixa de ressonância das grandes manifestações populares do país e cenário de expressões políticas, sociais, esportivas e artísticas. É considerada o centro da vida política de Buenos Aires.


– CASA ROSADA:  É a sede da Presidência da República, em cuja sacada foram feitos os mais importantes pronunciamentos da história argentina. O interior do edifício conta com vários pontos de interesse mas só o museu está disponível para visitas públicas. Se não quiserem fazer a visita guiada (que é gratuita), pelo menos aos domingos, que é quando fui, é aberta à visitação. É bem bonita por dentro, mas me parece beeem pequena.


– CONGRESO NACIONAL: a sede do parlamento se encontra no Palácio do Congresso, na Praça dos Congressos que fica no final da Avenida de Mayo, a mesma que o conecta diretamente com a Plaza de Mayo onde se encontra a Casa Rosada, sede do Poder Executivo. É a sede do Poder Legislativo Nacional. Construído em 1906 e segue um estilo greco-romano. O desenho do edifício foi obra do arquiteto Vittorio Meano. Passei apenas em frente, no busão.
– PALERMO: considerado um dos passeios mais agradáveis de se fazer. É tido como um núcleo cultural, sendo chamado até de pulmão da cidade. O bairro é dividido em Palermo Viejo, Soho e Hollywood e é cercado por lojas de todos os tipos, novos estilistas, bares, cafés e restaurantes para todos os gostos. Andei pouco por lá, queria ter aproveitado mais, mas foi o suficiente para perceber o charme do bairro. Tomar um helado por ali, biritar um vino ou uma cerveza, fazer compreeeeeeenhas, não tem preço. Nos finais de semana, ainda é possível pegar a feirinha aberta, mas eu não conheci.
– PARQUES DE PALERMO: – Zoológico: é o segundo zoológico mais visitado do mundo. Aberto de terça a domingo de 9h30 a 18h.
– Jardim Botânico: mais de 8000 espécies vegetais de todo o mundo. Uma estufa subtropical foi criada para abrigar as variedades mais exóticas.– Rosedal: um belo jardim com várias espécies de rosas, no coração do parque, entre os lagos. Aberto diariamente de 12 a 19h.– Jardim Japonês: Dizem ser liiiiiiindo de viver. Arroios, lagos artificiais com peixes, oásis de pedras, numerosos bonsais, venda de plantas e a Grande Casa de Chá são os destaques. É cobrada entrada.De todos, todos, o que queria mesmo ter ido e não fui foi o Jardim Japonês. Mas explico, esse é o tipo do programa em que se vai num dia de sol, para sentar e deitar na grama, tomar um solzinho, fazer um piquenique, ler um livro, etc. Mas agora que fui o clima não era propenso para este tipo de passeio. Estava mooooooito frio (de cortar o rosto) e um um pouco chuvoso. Então, esse tipo de programa com certeza entra na lista dos próximos afazeres em Buenos Aires.
– HIPÓDROMO ARGENTINO DE PALERMO: as corridas de cavalos e tango sempre fizeram parte da história e cultura portenha. Está localizado na mesma área de Palermo que o Rosedal, o Planetário, o Jardim Zoológico, os lagos, o Jardim Japonês e Botânico e seu edificio, desenhado pelo arquiteto Dujaric, é um interessante exemplo de arquitetura da Belle Epoque.
– MUSEUS: tem muitos, muitos mesmo, por toda a cidade. A impressão que tive é que Buenos Aires é uma cidade muito culta, de forma geral, dada a quantidade de livrarias, museus, pessoas lendo seu livrinho num café, numa praça, etc. Mas os dois mais conhecidos (ou mais turísticos) são o MALBA, de arte latino-americana e o de Belas Artes, que tem obras mais “clássicas” como porcelana Mings, mobiliários antigos e Monets, além de uma escultura do Beijo de Rodin (parece que ao todo são 4 espalhadas pelo mundo). Muito ricos pela arquitetura e pelas obras contidas em seus acervos. Mas para quem aprecia muito uma visita ao museu, não deixe de pesquisar muitos outros antes de ir.

– RECOLETA: É um bairro muuuuuuito lindo, muito sofisticado, alto nível mesmo. Ruas limpíssimas, grandes vias, prédios antigos com um ar ultra aconchegante com seus vasinhos na janela, prédios em estilo francês, inclusive a bela embaixada brasileira. Realmente é muito gostoso andar pelas ruas do bairro, especialmente pela Avenida Alvear, onde estão as lojas mais famosas (e mais caras também). Um sugestão valiosíssima: o chá das 16:30 do Hotel Alvear  (http://www.alvearpalace.com/)! Deixamos para ir no último dia, mas, para variar, meu querido estômago me pregou uma peça e, por conta disso, não tive condições de ruliçar fazer esse programa que, diga-se de passagem, foi um dos mais esperados por mim ao longo de toda a viagem ;[[[[.

Hotel Alvear

– CEMITÉRIO DA RECOLETA: É onde fica o famoso mausoleu da Evita Perón. É um dos mais bonitos e mais visitados do mundo. Suas tumbas guardam os restos de famílias tradicionais argentinas, além de grandes personagens históricos. Apesar dos protestos por suas origens humildes, Evita conseguiu ser enterrada ali e hoje se encontra na cripta da família Duarte. Uma bem simplesinha, por sinal. E gente, pode parecer meio macabro mas eu A-DO-REI este passeio. O cemitério é lindo, os túmulos e mausoleus imensos, imponentes, super trabalhados e até extravagentes mesmo. Ah, a visitação é gratuita.

Mausoleu da Família Duarte – túmulo de Evita Peron

– FLORALIS GENERICA: Linda, linda! Tem quem se decepcione, mas eu adorei. A escultura da flor tem por traz um sistema que permite com que sua grande estrutura metálica funcione com a luz solar. Ou seja, quando o céu está aberto e ensolarado, as pétalas se abrem. Quando está muito escuro/nublado ou de noite, as pétalas se fecham e se enchem de cores. Dimensões: 23 m de altura; 16 metros de diâmetro, com pétalas fechadas; 32 metros de diâmetro, com pétalas abertas; 44 metros de diâmetro, base com água. Ali, exatamente ao lado direito está a tradicional Faculdade de Direito e Ciências Sociais de Buenos Aires. Ambas se situam numa região muito linda de Buenos Aires, entre Palermo e Recoleta.



– PUERTO MADERO:  é o bairro mais novo de Bs.As. Lá estão os prédios mais altos que vi. O lugar é lindo e a proposta é muito legal. Como o próprio nome já diz, era um porto que, recentemente, foi revitalizado e hoje é um dos lugares mais chiques da cidade! Há uma enormidade de restaurantes maravilhosos e tive a oportunidade de ir a um deles que foi uma coisa espetaculosa. Tá certo que não me animo com carnes (tipo, “oiê, o que foi fazer na Argentina”??), mas para quem aprecia como o marido, é uma coisa de outro mundo. Foi o Cabaña Las Lilas, mas quando eu falar do Guia rápido de Buenos Aires: o que comer, eu falo mais detalhadamente. Depois de ruliçar horrores, vale muito um passeio ali pelas redondezas, principalmente à tarde ou à noite, para admirar a Puente de La Mujer (ponte que simboliza um casal dançando tango), ou tomar um Freddo exxxxperto.Ahhh, e quem gosta de arquitetura e design não pode deixar de ir ao Hotel Faena (ou nele se hospedar: $$$$$), em Puerto Madero mesmo. Este hotal foi arquitado por Phillip Starck e se destaca pelo bistrô, todo em branco, com detalhes vermelhos e cabeças de unicórnio. Parece-me que tem show de tango lá também, mas, se não me engano, não sai por menos de 200 doletas per capita. 😮

Puente de La Mujer

– LA BOCA: o bairro de La Boca foi originalmente o local do primeiro porto de Buenos Aires. Seu nome se deve à existência do rio Riachuelo, que com uma grande boca desembocava no Rio da Prata. A região, ao final do século XIX e início do século XX, recebeu um enorme contingente de imigrantes principalmente italianos que ali se instalaram e com poucos recursos financeiros começaram a construir casas com chapas de zinco e madeira acima do solo para evitar as frequentes inundações, que ocorriam na época, e pintá-las com as sobras de tinta dos barcos que ancoravam no porto. Estas cores vibrantes, entre as quais o vermelho, verde, azul, amarelo e laranja, se converteram na inspiração do pintor argentino Benito Quinquela Martín que cresceu em La Boca e começou a sua carreira artística retratando a paisagem e a vida cotidiana da gente do porto. Além das casas coloridas que tornaram a característica inconfundível do bairro, o hoje bastante fedido e poluído Riachuelo, os barcos abandonados, a antiga ponte de ferro em desuso e as edificações na outra margem do rio completam a paisagem à Vuelta de Rocha, uma pracinha com forma de barco, onde encontramos nas proximidades entre outras coisas, cafés, cantinas e restaurantes. Por ser um bairro da periferia de Buenos Aires, dizem que o La Boca é meio perigoso, especialmente mais à noite. Portanto, todo cuidado é pouco.


– CAMINITO: já o Caminito é uma passagem de uma só quadra localizada no coração do bairro de La Boca, povoada por artistas de rua e por tangueiros. O visual é muito legal, muito interessante. Aliás, um dos maiores cartões postais de Buenos Aires mesmo. Jogue a primeira pedra quem foi ao Caminito e não tirou uma fotita que seja embaixo daqueles muros e fachadas coloridas. Mas como outros pontos turísticos, este acho que vale conhecer sim, de preferência de manhã, quando fui, que é um pouco menos tumultuado, mas só. É realmente mooooito chato aquele povo te “assaltando”, te enfiando broche para vender, te metendo chapeu na cabeça para tirar foto “dançando tango” e, sorrateiramente, te extorquindo 10 pesos, e por aí vai. Realmente me irritei um pouco com aquilo ali. Mas que é bonitinho, isso é.. Ahhh, e antes que eu me esqueça, tem algo muuuuito especial de se fazer ali: tomar um cafézinho com biscoitinhos ou alfajor no Café Havanna. Isto sim, de lamber os beiços.



– CAFÉ TORTONI: antes mesmo de ser um café, o Café Tortoni é um dos símbolos de Buenos Aires e do tango e, por isso mesmo é que ele se encontra nesta categoria. Mas quando falar sobre lugares para comer, eu detalho mais. De todo modo, vale a visita. O lugar é lindo e foi inaugurado em 1858!!!


– OBELISCO: no cruzamento da Avenida 9 de Julio e Avenida Corrientes encontra-se o Obelisco cartão-postal clássico do centro portenho. Passando por ali de segunda a sexta é possível conhecer o perfil de um habitante da cidade, com toda a correria de um dia de trabalho. Caminhar pela avenida Corrientes é quase uma obrigação.
– TEATRO COLÓN: é um grande orgulho para os habitantes de Buenos Aires possuir um dos melhores teatros líricos do mundo. Mesmo que não assista a uma apresentação por ali, é interessante fazer uma visita guiada para conhecê-lo por dentro.



– LA BOMBONERA: oficialmente, Estádio Alberto J. Armando. É o estádio do Club Atlético Boca Juniors, mais conhecido como “LA BOMBONERA” por sua forma retangular como a de uma caixa de bombons. A principal razão para isso é o reduzido espaço que fora destinado à sua construção, iniciada em 1923. Sua capacidade total é de 57.400 espectadores e o campo segue as medidas mínimas permitidas pela FIFA (105m x 68m). Fizemos o passeio completoque durava cerca de uma hora e visitava o estádio, os vestiários, a sala de imprensa, etc etc.(tinha um outro intermediário que não ia ao estádio). Nós adoraaaamos a visita. Foi super interativo o passeio. A nossa guia nos fez cantar o “hino” da torcida organizada do Boca (dale, dale, dale, dale ô ô ô), pular na arquibancada e “empuleirar” na grade que a separa do campo!! Mico! Esta última nós pulamos, ok? Mas nem sei se foi o certo, pois o que vimos de cofrinhos e cofrões naquele momento “não tava escrito no gibi”. Nusga!

Pena (ou sorte!) que quando tirei a foto, o pessoal aí já tinha ajeitado seus derriéres

– ESQUINA CARLOS GARDEL: o Carlos Gardel está situado no bairro de Abasto, bem em frente ao Abasto Shopping. A casa é linda, e muito bem localizada e, fazendo a reserva antes, eles nos buscam e nos deixam no hotel, o que é prático, econômico e, se você der sorte de não ser o último hotel da listinha, rápido também. Decidimos ir ao show de tango do Carlos Gardel, pois diferentemente do Señor Tango que é mais estilo Broadway, cheio dos efeitos e tal, queríamos algo bem tradicional e grandioso do mesmo modo. E foi a escolha certeira. O atendimento foi maaaaaaaaravilhoso, a comida excelente, os garçons super amáveis, o show espetacular, com bons dançarinos, cantores e uma orquestra fina (localizada num nível superior ao palco, o que a deixou ainda mais bela)! O jantar foi um caso à parte que comento quando falar dos lugares para se comer em Buenos Aires. Não é barato. Saí 125 dólares por pessoa (jantar + show) ou 90 dólares por pessoa (apenas o show). Mas valeu muito!! Tanto pelo jantar, quanto pelo show. Foi um dos programas que mais amei de toda viagem. Ah, e o vinho é à vontade.. Hic..




– EL ATENEO: é o mesmo comentário do post anterior, mas repito apenas para deixar o post de hoje completinho. Então vamos lá! A Livraria El Ateneo um dia foi um teatro, depois virou cinema, que virou livraria e que virou atração turística. Tudo nessa ordem. A história da decana livraria El Ateneo que fica na Avenida Santa Fe, 1860, passa a ter como palco o belíssimo Teatro Grand Splendid, no ano 2000. O teatro foi construído em 1919 pelo austríaco Max Glücksmann e depois de receber espetáculos de tango, o lugar passou a funcionar como cinema em 1926, e assim se manteve por 70 anos. A decadência atingiu o espaço, e em 2000, a rede de livrarias Yenni comprou o Grand Splendid. Desde então, o lugar das poltronas foi ocupado por milhares de livros, CDs e DVDs. E o palco – onde até Carlos Gardel se apresentou – virou um café, com piano ao vivo. A livraria tem ainda um auditório para 130 pessoas. Ao todo, são cinco andares: o térreo, três galerias (como as de um teatro de ópera) e um subsolo, onde fica a seção infantil. Mas mesmo quem não deseja comprar deve entrar ali. É lindo, contagiante, aconchegante! Não tem como não ir mexxxxxxxxxxxxxxxmo!


– DELTA DO TIGRE: “Delta do Paraná”, “Delta do Tigre” ou simplesmente “Tigre”, é um grande conjunto de ilhas, reserva natural da floresta e da fauna nacional. O cenário conta com rios, canais, árvores frondosas, casas coloridas e embarcações. É um arquipélago turístico destino de milhares de portenhos aos finais de semana. No percurso da Capital Federal até o Tigre, situam-se os principais municípios da Grande Buenos Aires: San Fernando, San Isidro e Vicente Lopez. Pela sua proximidade com a capital, a região transformou-se em um lugar privilegiado de residência e miniturismo. San Fernando é a capital nacional da náutica e San Isidro é a capital nacional do Rugby, com importantes clubes de importância internacional.
Dizem que a melhor opção para chegar ao Delta do Tigre é tomar o Trem de la Costa, na estação Maipu. O trajeto até a estação final de Tigre é rápido, mas o turista pode fazer quantas paradas quiser nas 9 estações intermediárias. Cada estação possui várias opções de compras e comida.
Ao chegar a Tigre há muitas opções de passeios pelo Delta. Pode-se optar por barcos, catamarã, lanchas, e táxi aquático. Uma das opções mais populares é o catamarã, porém ele não faz nenhuma parada no Delta.  Uma dica que li de restaurante no Delta do Tigre é o Gato Blanco que fica às margens do rio, com uma bela vista e ambiente agradável. Pode-se chegar ao Gato Blanco pelo barco de transporte público ou por táxi aquático.


Não fiz este passeio por recomendação dos próprios nativos. É que, nesta época do ano, com o frio que está fazendo por lá, o que seria um passeio, diversão, tornar-se-ia sofrimento. Então, fica para a próxima!

Bom gente, aqui estão os principais pontos turísticos que vi e/ou pesquisei. Com certeza há muito mais a se conhecer/fazer em terras portenhas. Acho que esse post pode servir especialmente para quem nunca foi a Buenos Aires, ajudando a organizar os passeios (e as ideias). Lembrando sempre que esses são os programas turistões, pelo menos a grande parte do que citei aqui, o que significa: bastante tumulto, filas e etc. Mas o mais legal de tudo, na minha opinião, é vivenciar um pouquinho do estilo de vida da cidade, dos moradores lendo seus livros nos cafés, praças, etc, e não se ater aos pontos turísticos já marcados.

Fontes:
Site oficial do governo de Buenos Aires
Que tal viajar
Blog da Aman
Mi Buenos Aires Querido
Alcazum
Alma carioca
Chata de Galocha

01
jan

Testado e Aprovado (e recomendado!)



Gente, há poucos dias recebi em casa meu primeiro jabá! Tô ficando chiqueeee! Uepaaaaaaaaaaaaa! É que a Michelli, minha bloguete querida e dona do blog Produtos Fracionados para Cabelos me mandou uma amostra da famosa, amada e desejada máscara Moroccanoil, tão badalada hoje entre as celebridades. Aliás, desde que foi lançado, o Moroccanoil se tornou assunto de 9 entre cada 10 grupinhos frequentadores dos salões de beleza e viciadas em produtos milagrosos para as madeixas. Um tratamento que hidrata, faz um exorcismo no frizz e ainda deixa o picumã brilhando e cheiroso? Como não amar, né? Mesmo ainda sem conhecer..rsssss

Ela me mandou a Máscara de Hidratação intensa da Moroccanoil. E para quem nunca ouviu falar, aqui segue a descrição: produto de alta performance que repara cabelos danificados e secos. Foi criado para deixar o cabelo hidratado e solto, proporcionando fios macios e saudáveis. Moroccanoil Intense ® Hidratante Máscara é infundida com óleo de argan ajudando a prevenir o cabelo de desgastes ambientais e restaura cabelos secos e danificados para recuperar o brilho. É rico em antioxidantes e pode ser aplicado por 10 minutos nos cabelos úmidos, resultando em um acabamento natural, sedoso e brilho intenso, sem deixar resíduo. Use o secador de cabelo como de costume ou deixe secar naturalmente. Nesse vídeo aqui o Marco Antônio di Biaggi, responsável pelas principais capas de revista e campanhas e queridinho das celebridades fala e mostra como usar o produto.
Minha opinião: a máscara tem uma consistência excelente (nem firme demais, nem líquida demais; na medida). O cheirinho uma delícia, apesar de dizerem que o óleo e a restauradora são ainda mais cheirosos. Segui as recomendações da própria Michelli e apliquei a máscara no cabelo lavado, sem excesso de água, deixei no tempo de pausa sugerido, apenas com touca normal, sem aquecimento, tudo no banho mesmo. O resultado foi tudo de bom! Mesmo quando o cabelo ainda estava molhado, já dava pra sentir a eficácia do produto. Não vou esconder para ninguém que sou altamente desleixada com os cuidados do picumã e, por isso, lógico, minhas pontas são ressecadas e o hair, no geral, é bem rebelde. Mas olha, a máscara cumpriu sua promessa e segurou muito a onda do meu cabelo (literalmente). Tira o excesso de volume, o frizz, e o cabelo fica com uma carinha de saúde de verdade. Aprovadíssimo!!!

O problema é que, até então, a poçãozinha mágica ainda não era vendida no Brasil. Maaaaaas, seus problemas “se acabaram-se” pois você agora tem a Michelli (e seu blog) em sua vida! Hehe. Vou explicar. A Michelli criou um blog com uma proposta diferente e inovadora. Seu objetivo? Proporcionar às pessoas a possibilidade de testar produtos em pequenas frações até que ela encontre aquele que mais se adeque ao seu tipo de cabelo sem a necessidade de investir em grandes quantidades e de vir a não gostar do produto, ou seja, dinheiro jogado fora. Tem produtos que, por melhores que sejam, não servem para o cabelo da pessoa. Como ela mesma diz: “cada cabelo uma sentença”. Assim, podendo comprar em menor quantidade a pessoa não corre o risco de ter um grande investimento perdido.

Funciona da seguinte forma: a pessoa vê o produto na vitrine cujos preços também estão expostos, entra em contato com ela por e-mail e fecha-se o negócio. Caso ela tenha o produto para pronta entrega, a pessoa deposita o valor acrescido do frete e no dia seguinte ela posto nos correios. Se ela não tiver o produto em estoque e a pessoa quiser encomendar, ela encomenda também, tudo combinado direitinho. E ela ainda aceita pagamento pelo paypal e pelo pagseguro. Legal né! Super confiável, hein meninas.. Não deixem de dar uma conferida por lá, clicando aqui!
Quem aí já experimentou algum produto da linha? Estou curiosa para saber alguma experiência. Eu agora estou louquinha para experimentar o óleo. 

01
jan

O MEU provençal: DIY!

Tem tempos que queria mostrar por aqui minhas artes, mas nunca lembrava de fotografar. É.. tá.. tá certo que não são beeeeeem minhas, de minha autoria mesmo.. mas que são minhas ideias, ahhh isto são. Vocês lembram quando fiz este post aqui falando sobre o quanto sou apaixonada por decoração/estampas em estilo provençal, não lembram? Fato é que eu encasquetei que queria muuuuuita estampinha toile de jouy em minha casinha e, a partir disso, fui à caça dos meus itens decoratísticos. Ganhei vasos lindos da minha sogrinha, três ao todo, mas ainda assim queria mais, maaaaaaaaaais (p.s.: Mamita andou preocupada com meu vício, chegando ao ponto de dizer: “minha filha, será que não tá demais isso não”? kkkkkkkk..). Foi boa essa “freadinha” dela, pois, se dependesse de mim, até pijama eu faria em estilo provençal..hahaha.. Brincadeiras à parte, numa viagem a Uberlândia, passeando por lojas de decoração eu vi uma cadeirinha de decoração de ferro branca com o forro exatamente na estampa que eu queria. Fiquei louca, alucinada, pirada! A vendedora, vendo tudo aquilo, gentilmente me passou todas as informações sobre como adquirir o tecido. Saí direto para a tal loja e, para evitar fadiga, comprei logo CINCO metros do tecido, pois “o que abunda, não prejudica”, néaaam. E assim, voltei pra casa feliz da vida.Por enquanto, com o tecido, mandei fazer três almofadas que ficam no sofá da sala de tv, dois pufs, que ficam embaixo do aparador e, aí simmmmmmmmmmmmmm, euzinha aqui, cobri uma cúpula de um abajour que fica no meu quarto. E eis aí os meus xodós!

As almofadas
Os pufs (provençal + couro ecológico marinho)
Amo esse acabamento com captonê

  Aqui embaixo o meu DIY!!! Sim, esse fui euzinha que fiz, uepaaaaaaaaaaa! Comprei uma cúpula pequena, usei cola para tecido e voilá! Este abajour fica num criadinho mudo que também pintei de branco, no mesmo estilo provençal (os móveis do meu quarto são nesse estilo).

E agora tudo reunido! Só lembrando que ainda não perdi o juízo e tudo isto está espalhado entre quarto, sala de TV, e sala de jantar, ou seja, três cômodos, ok?..rsrsrsrs

Mais alguma ideia? Tenho ainda uns 3 metros de tecido.. hahaha
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01
jan

Dream Team da moda nas araras da Riachuelo

Vocês devem ter ouvido por aí um burburinho sobre um evento chamado Fashion Five nos últimos dias. Então, é que depois  de grandes parcerias com Oskar Metsavaht, Cris Barros e Pedro Lourenço, a Riachuelo agora fará a festa com um time dos sonhos da moda brasileira: André Lima, Huis Clos, Juliana Jabour, Maria Garcia e Martha Medeiros. Todos! Juntos! Os estilistas-celebridades criaram a coleção Fashion Five para a Riachuelo, em edição limitada para este fim de ano.André Lima traduziu seu estilo elegante e sensual em vestidos longos, recortes geométricos e paetês, com foco em uma mulher glamurosa. A Huis Clos assina uma coleção clássica, com um perfume de contemporaneidade, seguindo o DNA da marca, com peças em tecidos nobres em tons sóbrios como preto, dourado e bege. Juliana Jabour trará sua pegada cool e descolada, com peças casuais e modernas, em tecidos de caimento leve e confortável, como voil, linho, georgette estampado e Jersey. A coleção da Maria Garcia, a marca jovem da Huis Clos, tem a sensualidade e irreverência que atraem as meninas mais jovens ? vestidos femininos, com detalhes delicados. Já Martha Medeiros investiu em suas famosas rendas para compor saias e vestidos de festa com laços e muitos babados, dando às peças o toque romântico, característico da estilista.

Fonte: Blog da Riachuelo

A coleção Fashion Five chega nas 131 lojas da Riachulo em todo Brasil a partir do dia 04 de dezembro. Os preços vão de R$49,90 a R$220! Levanta a mão aí quem ficou feliz com a notícia?? o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/ o/

01
jan

Na lida com Anita

Na lida com Anita deveria ser a categoria mais presente aqui no Anita, pois, olha, o que ando lidando, não tá escrito no gibi! Nuh! Mas tá bom, né, o trabalho dignifica o homem.. haha. Então vamos aos looks? Ahhhh, só uma coisa. Take a look na cabeleira solta!! Quem me conhece deve estar pensando: “quem te viu, quem te vê!!”. Afinal sempre tive uma preguiça louca de cabelo solto e hoje, por coincidência, ao selecionar as fotos, percebi que estou com o picumã livre, leve e solto em todas elas. A gente muda, né..
A primeira produção teve um ar mais romantiquinho por conta da combinação camisa de poázinho branco + saia casinha de abelha com barradinho de laise. Em outras épocas, jamais misturaria essas estampas/texturas, mas hoje penso que o tcham está exatamente em saber coordenar tudo isso. De qualquer forma, o branco equilibra qualquer mistura, ficando muito mais fácil acertar. Complementei com sapato neutro e a bolsa de palha.
Camisa de poá: RennerSaia branca: GregoryScarpin: Outlet FozBolsa: RennerRelógio: FendiBatom: Up the Amp, MAC
Aqui embaixo usei uma peça que há muuuuuuuuuuito tempo eu não usava: o chemisier! Uma espécie de vestido camisa. Eu considero esta peça um item bastante social e coringa. Não tem coisa melhor do que não ter que ficar pensando (atrasadíssima para o trabalho!!) no que usar na parte de cima, na parte de baixo, etc etc…
Chemisier: C&ASandália: Ponta dos PésBolsa: LangakRelógio: FendiBatom: Pink Nouveau, MAC
Finalmente, estreei mais uma daquelas aquisiçõezinhas do Pry!!! Lembra desta camisa violeta leeeeeeeeeeeendaaa e barata no cabide, né??!! Pois então, como ela já chama bastante atenção por si só, usei, uma vez mais, apenas complementos neutros para a composição do look.
Camisa: PryCalça cigarrete: ZaraScarpin: Outlet FozBolsa: PryBatom: Please Me, MAC